Blog destinado a postagens do ministério do pastor congregacional Deivinson Bignon.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
A SEMENTE É A PALAVRA GRÁTIS!
Para quem possui um e-reader Kindle, uma oportunidade imperdível. Como parte das comemorações de meu quarto aniversários de casamento, coloquei todos os meus e-books para serem baixados de graça na loja da Amazon.
Dentre eles estará o meu mais novo livro A semente é a Palavra. Incrível!!
Então, aproveite! Será apenas de 29 a 31 de maio. Começa nesta quinta-feira.
Acesse: www.amazon.com.br
AVIVAMENTO BÍBLICO
Quer ver na prática o que é um avivamento bíblico? Deixemos de uma vez por todas o oba-oba vazio de tantas igrejas que só trazem heresia e confusão no arraial do povo de Deus.
Voltemos ao Evangelho. Voltemos à Bíblia!
Assista este vídeo...
Voltemos ao Evangelho. Voltemos à Bíblia!
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sexta-feira, 23 de maio de 2014
O SEGREDO DA PREGAÇÃO EFICAZ
QUAL O SEGREDO DA PREGAÇÃO EFICAZ? O DR. RUSSEL SHEDD NOS AJUDA A DESVENDÁ-LO COM A MAESTRIA QUE LHE É PECULIAR.
COMO PREPARAR UM SERMÃO EXPOSITIVO
O DR. RUSSELL SHEDD EXPLICA COMO PODEMOS PREPARAR SERMÕES EXPOSITIVOS RELEVANTES PARA A NOSSA GERAÇÃO. VALE A PENA!
PREPARAÇÃO E ENTREGA DA MENSAGEM
ESTE É UM VÍDEO ANTIGO, MAS MUITO ATUAL DO DR. AUGUSTUS NICODEMUS LOPES.
LIVROS DA CPAD SOBRE HOMILÉTICA
RECOMENDO AOS INTERESSADOS EM ESTUDOS HOMILÉTICOS A LISTA DOS LIVROS DA CPAD. MUITO BOA!
ACESSE AQUI.
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COMO PREGAR A PALAVRA DE DEUS COM SUCESSO
ESTE É UM VÍDEO MUITO INTERESSANTE FEITO PELO TEÓLOGO E APOLOGETA PAULO ROMEIRO.
DR. AUGUSTUS NICODEMUS CRITICA APROXIMAÇÃO DA MÍDIA SECULAR COM O PÚBLICO EVANGÉLICO
Por Carol de Andrade
O pastor Augustus Nicodemus publicou recentemente em sua página no Facebook um texto no qual comenta a crescente aproximação dos meios de comunicação “seculares” com as igrejas e o público evangélico. Em seu texto, Nicodemus rebate, principalmente, o uso do texto bíblico de Filipenses 1:18 como forma de justificar “qualquer meio” como forma de pregar o evangelho.
No texto, Nicodemus faz uma análise do teto bíblico citado em resposta a um amigo que, segundo ele, o questionou se tal passagem bíblica não justificaria a realização do “show gospel”.
- Um amigo no Twitter me perguntou se Filipenses 1:18 não justificaria o show gospel. Acho que ele tinha em mente o festival gospel na Globo e a hipotética novela da Globo com uma heroína evangélica e as apresentações de cantores gospel em programas seculares – diz o pastor no início de seu texto, no qual afirma que tal passagem bíblia é usada fora de contexto, pra justificar tais práticas.
Fazendo uma análise do contexto histórico da afirmação do apóstolo Paulo em sua carta aos filipenses, quando ele diz “Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei” – o pastor explica que Paulo não estava, nesse texto, justificando o uso indiscriminado de qualquer método para supostamente falar de Jesus, nem tampouco eximindo de culpa aqueles que o fazem por motivações desonestas.
Segundo o pastor, ao fazer tal afirmação, Paulo estava se referindo àqueles que “no propósito de matá-lo, terminavam anunciando o Evangelho de Cristo aos magistrados e autoridades romanos”.
- Quando os judeus que acusavam Paulo eram convocados diante das autoridades romanas para explicar estas acusações que traziam contra ele, eles diziam alguma coisa parecida com isto: “Senhor juiz, este homem Paulo vem espalhando por todo lugar que este Jesus de Nazaré é o Filho de Deus, que nasceu de uma virgem, que morreu pelos nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia, e que está assentado à direita de Deus, tendo se tornado Senhor de tudo e de todos. Diz também que este Senhor perdoa e salva todos aqueles que creem nele, sem as obras da lei. Senhor juiz, isto é um ataque direto ao imperador, pois somente César é Senhor. Este homem é digno de morte!” – explica Nicodemus.
- Disto aqui vai uma looooonga distância em tentar usar esta passagem para justificar que cristãos, num país onde são livres para pregar, usem de estratégias no mínimo polêmicas para anunciar a Cristo. Tenho certeza que Paulo jamais se regozijaria com isto (sic) – completa.
Augustus Nicodemus cita ainda outros trechos da Bíblia, em que Paulo condena o uso de “métodos questionáveis” como forma de pregação – como em 2Co 2:17, 2Co 4:1-2 e 1Co 2:1-5 – e finaliza seu texto afirmando que “usar Filipenses 1:18 para justificar que qualquer estratégia serve para anunciar o Evangelho é usar texto fora do contexto como pretexto”.
Fonte: Gospel Mais
A INCREDULIDADE NO PÚLPITO
Por: Dr. Augustus Nicodemus Lopes
Crer naquilo que a Bíblia diz é um dom salvador de Deus. Aptidão para falar em público, não. Crer em Jesus Cristo como o Filho de Deus encarnado é obra salvadora da graça. Capacidade para administrar uma igreja, não. Receber os relatos bíblicos em fé e viver por eles é resultado da operação salvadora do Espírito de Deus no coração. Capacidade para liderar um culto e dirigir uma liturgia, não. Fé nos relatos bíblicos de milagres é graça especial aos eleitos. Poder intelectual e acuidade mental, não.
É por isto que existem pastores e professores de teologia que são incrédulos. Pois para ser pastor e professor de teologia não é preciso fé. Tive um professor de teologia no mestrado que me confessou ter sido um agnóstico durante toda sua vida. Creu aos 65 anos de idade, durante uma enfermidade. Sua vida mudou.
Pastores e professores de teologia que não têm fé têm que ter outra coisa: a habilidade de separar mentalmente o que ensinam domingo na sua igreja daquilo que realmente acreditam, quando estão a sós com seus livros. Se não tiverem isto, até o que tem lhes será tirado. Pois se ensinarem na igreja o que realmente acreditam, dificilmente manterão seu emprego. Qual é a igreja que deseja ouvir um pastor que não crê nas Escrituras? As que quiseram, fecharam ou estão morrendo. As igrejas da Europa que o digam.
Por não ter fé, o pastor incrédulo tem que direcionar seu ministério e seu culto para áreas onde sua incredulidade passe mais despercebida. Tudo deve estar voltado para ocupar os sentidos de maneira que a fé não faça falta. A mensagem deve evitar temas difíceis. O foco é em pontos morais, sociais e políticos.
O problema com pastores incrédulos não é o que eles dizem, mas o que eles deixam de dizer, os temas que evitam, os assuntos que nunca mencionam, como a ressurreição de Cristo, a infalibilidade das Escrituras, a veracidade e confiabilidade da narrativa bíblica, o poder do Espírito para regenerar a natureza humana pecaminosa, a morte vicária de Cristo, a realidade da tentação e a necessidade de resisti-la. É assim que sobrevivem, evitando matérias de fé e pregando aquilo que um rabino, um mestre espírita ou líder muçulmano também pregaria, como a honestidade e o amor ao próximo, por exemplo.
Alguém pode perguntar “Por que alguém gostaria de ser pastor se não tem fé? Não tem uma maneira mais fácil dele ganhar dinheiro?”. Pois é, pior é que não tem.
Fonte: https://www.facebook.com/AugustusNicodemusLopes/posts/658845767501171
E-BOOK A ÚLTIMA PREGAÇÃO GRÁTIS!
O QUE ACONTECERIA SE UM PREGADOR MORRESSE APÓS HAVER FEITO SUA ÚLTIMA PREGAÇÃO?
COMO A IGREJA REAGIRIA? COMO VOCÊ REAGIRIA?
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A PREGAÇÃO EVANGÉLICA DESMISTIFICADA E ACESSÍVEL
O pastor e escritor Deivinson Bignon lança manual moderno para difundir a Palavra de Deus
Por Carla Siqueira de Andrade
Vivemos em um mundo e em uma época de ebulição. As pessoas correm sem parar – e geralmente sem saber sequer por que, ocupadas que estão com seus problemas e obrigações. Torna-se cada vez mais difícil encontrar tempo para se realizar qualquer reflexão; inclusive nos questionar por que fazemos o que fazemos, e para onde estamos indo, afinal.
Neste cenário pós-moderno frenético e febril, o pregador evangélico vê-se diante de um grande desafio: mais do que pregar, é necessário pregar de tal forma que suas palavras façam real sentido para quem as recebe. E para tanto é preciso estar conectado com a realidade, mantendo-se fiel aos ensinamentos bíblicos, porém adequando-se a esta linguagem contemporânea, que exige adaptação e muita inteligência.
Tarefa nada simples, mas que parece tornar-se acessível durante a leitura do livro A Semente é a Palavra (Ed. Contextualizar, R$ 40), do pastor e escritor Deivinson Gomes Bignon. O título é uma metáfora retirada da Bíblia, que compara as pregações com sementes que germinarão no coração dos ouvintes – e é sobre esta metáfora que se desenrola o texto da obra.
O autor realizou uma competente e rigorosa pesquisa para escrever este livro, que traz, além de abordagens evangélicas clássicas, uma visão atualizada e original dos temas tratados, desprovida de preconceitos, transformando A Semente é a Palavra em um trabalho único no meio literário evangélico. Um livro que veio, de fato, para fazer a diferença.
De maneira clara, didática e compreensível, Deivinson levanta diferentes e relevantes questões, colaborando para que o pregador evangélico atualize e aperfeiçoe suas preleções, tornando-as mais eficientes, e transformando seu discurso em palavras que motivem ações, mudanças e reflexões.
Por meio de teorias linguísticas aplicadas ao discurso evangélico, o livro é dividido em 12 capítulos, que abordam os principais pontos para uma pregação evangélica atual e eficaz. Sem preconceitos e nem ranços ultrapassados, Deivinson trata de assuntos que vão desde a percepção de nossa atual realidade, até a importância e os cuidados que o pregador deve ter para utilizar as ferramentas interativas disponíveis atualmente em favor de sua pregação, e de sua legítima compreensão por parte dos fiéis.
A Semente é a Palavra traz ainda, a cada novo capítulo, os principais tópicos ali abordados, facilitando assim a leitura daqueles que procuram aprender sobre um assunto específico. Além do mais, ao final de cada capítulo o autor apresenta algumas perguntas, através de um pequeno questionário, cujo objetivo é levar o leitor a refletir, reiterando o que foi ensinado e mensurando até que ponto tais questões foram assimiladas.
Contudo, talvez o maior mérito do autor seja ter conseguido alcançar com seu texto a clareza e a simplicidade necessárias para se fazer compreender, sem que isso arranhe ou prejudique o conteúdo e as informações contidas na obra. Afinal, como o próprio autor cita em seu texto, “A pregação eficaz tem de fazer sentido”, para todos, e não somente para alguns. E para tanto se torna necessário dinamismo, interação e criatividade – qualidades que não faltam na obra.
No entanto, também é preciso cuidado para não transformar a pregação em um espetáculo: exuberante, porém vazio, focado mais na forma do que no conteúdo. Uma linha tênue e perigosa, mas que é esclarecida de forma certeira pelo autor.
Assim sendo, o livro, que é destinado principalmente aos pregadores evangélicos que esperam aprimorar, através de conteúdo inédito, sua preleção, é igualmente muito útil para leigos interessados na disseminação dos ensinamentos bíblicos, e que certamente se beneficiarão das valiosas orientações descritas por Deivinson.
A Semente é a Palavra é leitura obrigatória para todos que buscam uma maneira eficaz e inteligente de comunicar a Palavra de Deus. E para todos nós, que vivemos neste mundo pós-moderno frenético e febril, correndo sem parar e sem saber sequer por que, ocupados que estamos com nossos problemas e obrigações.
Carla Siqueira de Andrade é jornalista.
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