SUMÁRIO
AGRADECIMENTOS | 9
APRESENTAÇÃO | 13
PREFÁCIO DO AUTOR | 15
INTRODUÇÃO| SEMENTE AO SEMEADOR | 19
1| VEJA OS
CAMPOS! | 23
2| O SEMEADOR E
AS SEMENTES | 43
3| O SEMEADOR E
OS SOLOS PÓS-MODERNOS | 73
4| COMO PREPARAR
OS SOLOS | 111
5| SEMENTES EM
SOLOS PÓS-MODERNOS | 137
6| A SEMEADURA
DINÂMICA | 157
7| O SEMEADOR E
AS NOVAS TÉCNICAS DE SEMEADURA | 183
8| O
APERFEIÇOAMENTO DO SEMEADOR | 203
9| A SEMENTEIRA
INTERATIVA | 223
10| ANALISANDO A
SEMENTEIRA | 241
11| SEMENTES À
BEIRA DO CAMINHO | 253
12| CHEGOU A HORA
DA COLHEITA! | 263
CONCLUSÃO | 293
ENXERTO 1 | MINIDICIONÁRIO DO “EVANGELIQUÊS” | 307
ENXERTO 2 | NOMES CURIOSOS DE IGREJAS | 311
NOTAS | 315
PARA SABER MAIS | 321
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E
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ste manual é
dedicado à memória de todos os semeadores, famosos ou anônimos, que muito se
esforçaram ao longo dos tempos, sujando suas mãos com a terra depauperada dos
solos de muitos corações pós-modernos. Eles não conheciam as técnicas da nova
homilética, o objeto de estudo desta obra, contudo, devido ao seu zelo e
submissão ao Espírito Santo, conseguiram ser imensamente relevantes para sua
geração.
AGRADECIMENTOS
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P
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roduzir uma obra desta envergadura é uma tarefa hercúlea, impossível
de se concluir sozinho. Por esse motivo, lembrei-me de algumas pessoas que
muito contribuíram para que este manual chegasse às suas mãos.
Em primeiro lugar, devo toda minha vida ao grande
Agricultor, o Maestro da sinfonia da vida – o meu Deus. Razão do meu respirar,
da minha adoração, do meu louvor... minha gratidão eterna ao Senhor pelo imenso
amor manifestado apaixonadamente pelo sacrifício de seu Filho Jesus Cristo.
Além de tudo, o Senhor ainda confiou a mim o sagrado ofício de semear sua Palavra.
Graças te dou pela vocação ministerial, pelos talentos e dons que recebi!
Em segundo lugar, devo muito à minha preciosa
esposa, Márcia Cristina. Seu amor e dedicação a mim e ao nosso ministério
trazem muita segurança e conforto ao meu coração. Ser esposa de um semeador
pós-moderno não é nada fácil, e você possui todas as qualidades que sempre
procurei numa companheira. Deus foi muito generoso comigo. Muito obrigado por
tudo, meu amor.
Meus familiares queridos, vocês são a razão de eu
continuar com o ministério de semear. Obrigado aos meus pais, Arnaldo e Vadina,
pelo apoio sempre presente, pelo amor incondicional e compreensão da minha
vocação desde muito cedo. Obrigado pelo investimento de seu tempo, recursos e
afetividade. Sem vocês eu não seria metade do que sou hoje. Agradeço também aos
meus irmãos, Marcus Vinicius e Leandro, pelo apoio em diversos níveis, incentivando-me
sempre. À minha sogra, que é a minha segunda mãe, Mércia, cujo exemplo de fé e
vida de oração pelas madrugadas desejo sinceramente imitar. À minha tia Elza, e
demais familiares – obrigado por seu precioso apoio emocional e em oração.
Agradeço também aos meus mentores, professores e
amigos, que são tantos – desde minha formação inicial no Seminário Teológico
Congregacional do Alcântara até hoje. Aos pastores amigos que, com seu exemplo
e esforço no magistério, mostraram a mim as agruras do ministério e o caminho
das pedras para seguir adiante. Um agradecimento especial ao pastor Samuel
Lopes, por sua mentoria e amizade – principalmente no início de minha vocação.
Aos meus professores do curso de Letras da Universidade Estácio de Sá em
Niterói. Obrigado por descortinarem o universo das letras.
As igrejas por onde semeei também contribuíram muito
para meu aprimoramento e aprendizado. Obrigado aos irmãos da Igreja Evangélica
Congregacional de Vila Paraíso, por me cederem seu púlpito durante
aproximadamente 10 anos, como seu pastor auxiliar; aos irmãos que compõem a
Primeira Igreja Evangélica Congregacional do Gradim, por me concederem a honra
de ser seu pastor titular e principal semeador desde maio de 2011. Aos seminários
nos quais já lecionei – principalmente aos alunos, cuja troca de experiências permanece
ainda enriquecedora e inestimável, em todos os sentidos.
Alguns irmãos colaboraram diretamente para a
produção desta obra. Dentre eles destaco quatro: minha amiga e “mana” do
coração, pastora Shirley Viana, especialista em psicolinguística, pelo apoio
seguro nos assuntos linguísticos; o novo amigo e irmão em Cristo, Marcelo
Ferreira da Silva, graduando em Letras, pela ajuda nas pesquisas sobre Análise
do Discurso e na revisão do texto original; o pastor e amigo Idauro Campos, mestre
em Ciências da Religião, pela contribuição teórica no capítulo 11, sobre os
desigrejados. E, por fim, ao defensor público e licenciado em Teologia, doutor
Jorge Freitas, pela apresentação.
Por fim a você também, meu fiel leitor. Obrigado por
sua atenção e pelo privilégio de poder contribuir para suas reflexões sobre os
desafios da nova homilética, inserida no contexto desta nossa era pós-moderna,
eivada de contradições.
APRESENTAÇÃO
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ela Palavra, o SENHOR da vida trouxe a criação à existência e, por
meio da Palavra, ele se manifesta a ela. Através da Palavra, o Deus Absconditus revela a verdade de si mesmo,
que exprime soberania, domínio e governo, realizando a sua obra graciosa no
curso da história da redenção. Então, é a Palavra que nos move a conhecer a pessoa
de Deus.
No cenáculo, creio que ainda ao redor da mesa, Jesus
declarou: “... Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e
viremos para ele e faremos nele morada” (Jo 14.23).
Em nossos dias, quando os doutos da pós-modernidade
empreendem esforços para relativizar as verdades de Deus e até os confessos da
fé evangélica se veem turbados por uma constante pregação subcristã,
constitui-se como um desafio a todo pregador a transmissão da Palavra com
motivação e contextualidade, porquanto o falar de Deus não cuida de mera
transmissão de conteúdo intelectivo, mas de proclamar o seu Reino e também de
ensinar seu saber. Afinal, compartilhar o evangelho de Jesus Cristo é
transmitir uma mensagem que liberta e vivifica.
Deivinson Bignon propõe-nos a requalificação da
homilética tradicionalmente empregada em nossas comunidades cristãs,
enfatizando que é necessário lançar a semente, que é a Palavra, provida de
poder espiritual e de instrumentalidade prática. O conteúdo bíblico substancial
deve ser transmitido com uma lucidez acessível ao ouvinte, fazendo sentido ao
seu coração. Afinal, a mensagem cristã precisa mover os corações humanos na
direção voltada para o Único Deus Criador, Redentor e Consolador.
Aos semeadores, importa que estejamos dispostos ao
crescente aprendizado, tanto quanto devemos nos empenhar para sermos acreditados
como despenseiros fiéis.
Excelente semeadura para nós, leitores.
Dr. Jorge
de Freitas A. Vieira*
______________
* Advogado e Defensor Público na cidade de São Gonçalo – RJ. Membro da
Igreja Evangélica Congregacional de Vila Paraíso. Bacharel em Teologia pelo
Seminário Teológico Congregacional do Estado do Rio de Janeiro (SETECERJ).
PREFÁCIO DO
AUTOR
“...E como
ouvirão, se não há quem pregue?” (Rm 10.14).
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C
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omo o pregador dos princípios eternos da Palavra de Deus pode se fazer
entender numa sociedade sempre em velocidade vertiginosa, sem tempo para ouvir
a voz do próprio coração? Como as pessoas poderão dar ouvidos à voz divina? Será
que testemunhar inúmeros pregadores se lançando na mídia garante à sociedade
pós-moderna o acesso às mensagens do céu?
Muitas pessoas estão morrendo espiritualmente a cada
dia porque não recebem uma palavra da parte de Deus que faça sentido para o seu
coração. Muitos servos de Deus estão espiritualmente famintos porque já não
encontram facilmente pregações com conteúdo bíblico substancial para
alimentá-los, mas têm de se conformar com a atual mania dos ralíssimos fast-foods gospel. Por isso as questões acima são pertinentes e precisam ser
respondidas com urgência vital. E o modo como você responderá a elas marcará a
sua opção por ser um pregador medíocre, bom ou excelente.
O mundo não para. Se você deseja ser usado por Deus
para alcançar a sua geração, claro que suas pregações não podem prescindir de
conteúdo bíblico, mas também relevância e dinamismo serão bem-vindos. A
urgência é grande, mas diversos pregadores ainda manquejam ao assumir
timidamente o seu papel profético. Não há mais espaço para as mensagens
repletas de floreio homilético cheirando a mofo. Nem para as promessas vazias
dos falsos pregadores, especialistas em abençoar apenas o próprio bolso. O
mundo precisa de pregadores ousados que marquem esta geração. Então, quem se
colocará na brecha? (Is 58.12).
Uma reforma nas técnicas homiléticas e na performance no ministério da pregação se
faz necessária. É claro que a verdadeira unção do Espírito Santo, mais do que
nunca, será o divisor de águas neste assunto. Entretanto, não cabe apenas ao
Espírito divino revitalizar as águas turvas da pregação antibíblica e descontextualizada.
O pregador também é parte ativa deste processo.
Então, cabe ao mensageiro fazer a sua escolha. O
pregador medíocre se contenta em conquistar a atenção do público para si.
Coloca sempre a sua gritada “unção performática” em primeiro lugar. Não se
preocupa com o rebanho, mas se ocupa em estar em evidência, buscando um lugar
ao sol do sucesso imediatista. Se você vem pregando com este enfoque, mude a
sua perspectiva, em nome do Senhor Jesus!
O bom despenseiro, ao contrário do medíocre, se preocupa
com a eficiência espiritual de suas mensagens. Ele centra todas as suas
atenções no conteúdo bíblico. Chega até a oferecer uma refeição espiritual
nutritiva, porém, sem nenhum tempero especial para abrir o apetite.
Invariavelmente torna-se um pregador enfadonho, com muito conteúdo, mas pouca
criatividade e unção. O bom pregador pode perder o seu público, simplesmente
por se apegar demasiadamente a técnicas ultrapassadas ou por não estar atento à
direção segura do Espírito Santo. Não queira ser apenas um bom pregador!
O padrão de excelência na pregação é alcançado
quando o mensageiro, além de ser fiel ao conteúdo bíblico, semeia de forma
contextualizada, visando à colheita em longo prazo. O pregador excelente sabe
dosar a verdadeira unção espiritual, a profundidade na abordagem do conteúdo e
muita criatividade na performance
inteligente no momento de entregar a mensagem de Deus. Este é o tipo de
pregador que realmente impacta e revoluciona as vidas que o Senhor colocou sob
sua responsabilidade.
Este é o novo mensageiro que o mundo precisa. Este é
o tipo de pregador que eu desejo ser. Espero que você também esteja disposto a
pagar o preço da excelência para alcançar e abençoar muitas vidas em seu
ministério.
Escrevi este livro visando a ajudá-lo em sua jornada
ministerial rumo à excelência. Que o Senhor da pregação possa considerar você e
eu dignos de continuar semeando, de sol a sol, em sua santa seara.
A minha oração é que Deus possa confirmar cada dia o
seu ministério e fazê-lo frutificar “a trinta, a sessenta e a cem por um” (Mc
4.20).
Paz e bênçãos...
Deivinson Bignon
INTRODUÇÃO|
SEMENTE AO SEMEADOR
“Não dizeis
vós que ainda há quatro meses até à ceifa? Eu, porém, vos digo: erguei os olhos
e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa” (Jo 4.35).
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N
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um mundo tão hostil às coisas de Deus, como o pregador poderá
encontrar forças para prosseguir em seu ministério? A triste realidade é que
vivemos num tempo de circunstâncias desencorajadoras. Não são poucos os pregadores
comprometidos com o reino que já se questionam se sua missão vocacional deve
prosseguir...
O rei Salomão percebeu o seguinte: quem fica
esperando que o vento mude e que o tempo fique bom nunca plantará nem colherá
nada. Ele nos aconselhou a continuarmos semeando de manhã e também de tarde,
porque não sabemos se todas as sementes crescerão bem, nem se uma crescerá
melhor do que a outra – “Quem somente observa o vento nunca semeará, e o que
olha para as nuvens nunca segará... Semeia pela manhã a tua semente e à tarde
não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se
ambas igualmente serão boas” (Ec 11.4,6).
Nunca perca de vista que o incentivo ao trabalho na
seara do grande Agricultor tem uma promessa: Deus manda a chuva, rega a terra e
a faz produzir e brotar, para dar semente ao semeador – “Porque, assim como
descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam, sem que primeiro reguem
a terra, e a fecundem, e a façam brotar, para dar semente ao semeador e pão ao
que come” (Is 55.10). Há abundância de sementes no celeiro divino a serem
semeadas por seus lavradores. Em seu poder está apenas o preparar a terra e
semeá-la. As condições próprias para garantir a colheita são de competência da
providência divina. Deus quer de nós apenas a tarefa da semeadura.
A sabedoria ensina que se deve semear com abundância
para receber safra abarrotada. Embora haja solos que não correspondem à
semente, existe a promessa de colheita, encorajando nossa persistência. Quando
você estiver desanimado com o resultado, peça a Deus que aumente a
frutificação.
Cada época da vida traz algumas oportunidades e inúmeros
deveres, juntamente com as adversidades. Entretanto, todos – mesmo os que se
consideram fracos e desprezíveis! – podem plantar o bem. E nunca se semeia em
vão. Seu fim não será como o daqueles mencionados pelo profeta Oseias (8.7),
que semearam ventos e colheram tempestades. Se a fonte de suas sementes é Deus,
estas se traduzem em bons frutos: justiça, conhecimento, transformação pessoal,
amor, discernimento, esperança, qualidade de vida, contentamento etc.
Para o homem que semeia justiça haverá galardão
certo – “O perverso recebe um salário ilusório, mas o que semeia justiça terá
recompensa verdadeira” (Pv 11.18). Espontânea e liberalmente, cada um deve lançar
fundo a mão nos celeiros do bem, certo de que cada partícula a mais de grão
semeado será multiplicado. Desta forma, haverá uma safra de ação de graças a
Deus. Ademais, o “ceifeiro recebe desde já a recompensa e entesoura o seu fruto
para a vida eterna; e, destarte, se alegram tanto o semeador como o ceifeiro”
(Jo 4.36).
Nenhuma motivação é mais forte do que a consciência
de que alguém a quem amamos e respeitamos espera de nós uma resposta digna.
Lançar a boa semente é, ao mesmo tempo, desafio e
obediência a uma ordem, para averiguar até que ponto o evangelho tem
conquistado o seu coração, transformando-o e impelindo-o à participação eficaz
no reino de Deus.
Esta obra traz inúmeros conteúdos inéditos para os
pregadores evangélicos terem mais base teórica quando forem semear as suas
mensagens. Ela se destina primeiramente a eles que já arregaçam as mangas na
labuta diária como semeadores na extensa seara do grande Agricultor. No
entanto, mesmo os leigos que se interessam pela difusão das mensagens divinas
poderão se beneficiar das preciosas orientações aqui semeadas.
Uma consideração importante precisa ser feita logo
no início. O mérito da autoria deste livro não é somente meu. Depois do próprio
Deus, que implantou a semente dos princípios aqui expostos no solo árido de
minha mente, tanto amigos quanto mestres e autores espetaculares contribuíram
para que ela germinasse e tomasse a forma de livro. Sou um pequeno semeador,
tentando compreender da melhor maneira possível a missão confiada pelo
Agricultor celeste. Mas ele me considerou digno de investir em vidas preciosas,
a fim de alcançá-las e prepará-las para as plantações do seu reino. Assim como
você, eu sou também apenas uma diminuta nota musical, criada pelo
extraordinário Compositor e Maestro da sinfonia da vida.
Importante também foram as abordagens feitas em minha
pesquisa, seu caráter de novidade. Explico. No que foi possível, usei
excelentes fontes fora das publicações evangélicas de praxe. Creio que, com
esta iniciativa, construí um trabalho sui
generis no meio literário evangélico. O meu objetivo com isso foi provocar
o máximo de intertextualidade, mecanismo linguístico que tem a sua eficácia.
Se, porventura, ainda existir em seu coração de teólogo conservador receio de
consultar outras fontes, convido-o a despir-se de qualquer preconceito quanto a
isto. Certamente, ao aceitar o meu convite, aproveitará o que outras fontes
textuais podem proporcionar para o seu próprio enriquecimento enquanto semeador
na seara de Deus.
No início dos capítulos você terá acesso aos
assuntos ali tratados, na forma de tópicos. Esta sessão permite que você
reconheça rapidamente a informação de seu interesse. Assim, poderá ler apenas o
que estiver pesquisando ou, se desejar, o capítulo inteiro. Já no final de cada
capítulo, formulei alguns exercícios simples na sessão “Veja se você
entendeu...”. É uma maneira de fixar o que aprendeu.
A conclusão geral a que cheguei ao fim de minhas
pesquisas pode ser resumida da seguinte forma: A preparação de nossas mensagens
não pode prescindir da correta visão profética, mas Deus também usa-nos de
acordo com as ferramentas de que dispomos. Por isso, procurei nesta obra sui generis, regada com a direção
espiritual, possibilitar algumas ferramentas para uma comunicação mais eficaz
da Palavra de Deus para esta geração da pós-modernidade.
Este é o objetivo deste livro. Agora, alargue sua
visão e veja os campos já preparados para a semeadura...
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ADQUIRA JÁ!
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